segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
domingo, 22 de fevereiro de 2015
Mensagem: ROMPER A FAMILIARIZAÇÃO COM A PALAVRA DE DEUS I Samuel 13:1-11 e I Samuel 15
ROMPER A FAMILIARIZAÇÃO COM A PALAVRA DE DEUS
I Samuel 13:1-11 e I Samuel 15
Amados irmãos e irmãs, esta última mensagem da série “Rompendo a com a familiarização para receber o novo de Deus” tem como propósito trazer sobre nós o despertamento para as Sagradas Escrituras.
Observando as etapas da vida do Rei Saul, percebemos uma pessoa que começou bem, mas não terminou bem. No início Ele era tomado e guiado pelo Espírito de Deus, mas no final espíritos malignos o atormentava.
Saul é ungido como Rei (I Samuel 10:1-8) por Samuel que lhe dá algumas diretrizes. A palavra de Deus diz que O SENHOR muda o coração de Saul (I Samuel 10:9), representando a conversão de Saul para os propósitos de Deus lhe conferindo autoridade e algo poderoso acontece. Saul é tomado pelo Espírito e tem poderosas experiências com Deus (I Samuel 10:10). Saul está tão tomado pela presença de Deus que quando ele toma ciência que os amonitas querem atacar os israelitas em Jabes-Gileade, tomado pelo Espírito Saul se enche decoragem e ousadia e vai enfrentar aquele inimigo, pois, suas ações são guiadas pelo Espírito de Deus (I Samuel 11:6-7).
Samuel, que era sacerdote sobre Israel e o último juiz que liderou Israel antes de se estabelecer o primeiro Rei humano da história deles, pois, até então Deus era o Rei sobre eles (eles viviam uma teocracia), Samuel irá sair de cena como líder e sacerdote e dá uma palavra tanto para Saul quanto para o povo o segredo da benção e da prosperidade de ambos (I Samuel 12:14-15). É a partir daí que Saul vai começar o seu processo de declínio espiritual por familiarizar-se com a Palavra de Deus.
Todos começam bem e empolgados na vida cristã. Quando uma pessoa entrega a vida dela a Jesus Cristo, Deus muda o coração trazendo genuína conversão. Deus revela seus propósitos para a vida da pessoa e ela passa a ter experiências poderosas de fé, e até mesmo as suas adversidades são enfrentadas com coragem e muita ousadia, pois, o que traz ao coração da pessoa a convicção de todas essas coisas? Ela ouve a Palavra de Deus e a recebe com fé. Romanos 10:17 diz: “A fé vem pelo ouvir e o ouvir pela Palavra de Deus.”
Saul se acostumou em viver independente da Palavra de Deus. Irmãos, tudo começa com Deus, ele é a chave de tudo Todo conhecimento e entendimento vem Dele e só os ignorantes esnobam tal sabedoria, em outras palavras, o temor do Senhor é o princípio da sabedoria.
Mas, Deus sempre está de braços abertos para através de Jesus para renovar a nossa fé e nos dar uma vida totalmente guiada pela Palavra de Deus. Como romper a familiarização com a Palavra de Deus?
- Resgate o anseio de ouvir a Deus todos os dias pela Palavra (v. 1)
Saul quando ungido Rei recebeu uma série de diretrizes por parte de Samuel e uma delas está em I Samuel 10:8. Entretanto, essa palavra corrobora com o livro de Deuteronômio 20. A situação de Saul diante da guerra contra os filisteus está fora de controle. O exército inimigo é infinitamente maior que o seu. Passam-se dois anos e aquela palavra que Samuel deu a Saul chega no momento de seu cumprimento e conforme a Palavra de Deus, Saul deveria esperar o sacerdote para oferecer sacrifícios. Qual é, então, o primeiro elemento que leva as pessoas a se familiarizarem com a Palavra de Deus? O tempo. Vejam que são dois anos.
- O tempo de dois anos foi suficiente para Saul não confiar mais na Palavra de Deus;
- Consequentemente, Saul deixa de confiar no Deus da guerra para confiar nos homens de guerra. Salmo 20: 7 dirá: “Uns confiam em carros, outros em cavalos; nós, porém, nos gloriaremos em o nome do Senhor.”
- O coração de Saul se tornou seletivo. (Comparemos I Sm 10:26 X I Sm 13:2)
Saul é um exemplo de alguém que deixou de ouvir a Deus todos os dias e nos mostra o resultado.
- Resgate o anseio de tomar ações pela fé na Palavra de Deus (v. 8-9)
Saul representa o crente carnal. O crente carnal é aquele que com o tempo deixou de ouvir a voz de Deus e conseqüente esfria na fé. Suas ações não são guiadas pelo Espírito, mas pela carne assim como Saul. Ele age carnalmente, logo:
- Ele é guiado por circunstâncias e não por Deus; Sem fé – Ações pelas circunstâncias
- Ele faz o que não lhe compete – Fazer o que Deus não mandou
- Ele não confia na PRESENÇA DE DEUS e olha para HOMENS – Faltou fé
A maneira como eu recebo a Palavra de Deus transformará as minhas ações ou não. A Palavra de Deus deve ter PRIMAZIA em nossas vidas. Saul interpreta a Palavra do profeta a seu modo. Saul RELATIVIZA suas AÇÕES por RELATIVIZAR mediante a circunstância A PALAVRA DE DEUS.
Temos algo muito próximo disso relatado em Marcos 6:14-29 onde João Batista, pela Palavra de Deus, condena as ações de Herodes, especialmente no verso 20 que dirá: “Porque Herodes temia a João, sabendo que era homem justo e santo, e o tinha em segurança. E, quando o ouvia, ficava perplexo, escutando-o de boa mente.”
a. Herodes temia a João. Ele tinha respeito pelo profeta (Palavra de Deus);
b. Herodes sabia que ele era justo e bom, o profeta (Palavra de Deus);
c. Herodes o tinha em segurança, o profeta (Palavra de Deus);
d. Herodes o escutava de boa mente, o profeta (Palavra de Deus).
Qual era o problema de Herodes? Não praticava a PALAVRA DE DEUS. Resultado: Ele mata o profeta com dor no coração por causa da sua palavra. Quando as nossas palavras têm mais peso do que a Palavra de Deus nós as matamos.
SAUL era obstinado (I Samuel 15:1-31 – ênfase no verso 20; 22 e 24) Obedecer x Sacrificar
- Resgate o anseio pela Presença de Deus pela sua Palavra (I Samuel 15:26)
Saul foi rejeitado por Deus por rejeitar a Sua Palavra. A presença de Deus rejeita o desobediente. Deus não está onde há desobediência à Sua Palavra. Onde não há palavra de Deus no coração, no anseio de ouvi-lo e tomar ações por Ele, lá Ele não está. Deus é um ser relacional. Você se relacionaria com alguém que não lhe ouve e faz todo o contrário do que você diz para ser feito?
COMO É ALGUÉM QUE NÃO SE FAMILIARIZOU COM A PALAVRA DE DEUS?
- Salmo 1 – Vibra com a Palavra;
- Salmo 119:9-11 – vive longe do pecado;
- Salmo 119: 105 – Guiado pela Palavra nos caminhos escuros e não tropeça;
- João 17:17 – É santificado;
- Davi foi esse homem – Ele enfrenta o gigante em nome do Senhor;
- Davi, assim que assume o reinado, busca a ARCA de Deus;
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
Devocional 18/02/2015 - Otimismo da Fé X Pessimismo da Incredulidade
TEMA: Otimismo da Fé X Pessimismo da Incredulidade
TEXTO: "Tão somente não sejais rebeldes contra o Senhor e não temais o povo dessa terra, porquanto, como pão, os podemos devorar; retirou-se deles o amparo; o Senhor é conosco; não os temais." Levítico 14:9
OBSERVAÇÃO
PRÁTICA
Percebo que a atmosfera dos ambientes por onde passo e convivo oscilam entre otimismo de uma fé, fruto da convicção da direção de Deus e o pessimismo da incredulidade de pessoas feridas, desanimadas e ou indiferentes com uma máscara de "realismo". Josué chamou esse pessimismo de rebeldia contra o Senhor e estava otimista mediante o amparo de Deus. Aprendo que devo ser agente do otimismo da fé sempre que vir a direção de Deus na vida dos meus líderes e encorajar aqueles que estão sob minha liderança e afirmar aos pessimistas: O SENHOR É CONOSCO. Quero promover a uma atmosfera de CONVICÇÃO DIVINA.
ORAÇÃO
Querido Pai, dá-me discernimento e ousadia no Teu Espírito para que diante da Tua direção, seja sob qualquer circunstância e com desafios gigantescos, eu seja o Teu agente promovendo esse otimismo fruto da fé. O SENHOR É CONOSCO!
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
Santidade - Um relacionamento transformador com Deus - Isaías 6:1-7
Quando
se pensa em relacionamento com Deus, logo me vem à mente a palavra santidade.
Entendemos santidade como um
conjunto de regras e atitudes que nos levarão até Deus. Pensamentos em um
conjunto de “pode” e “não pode”. Pensamos em termos de comportamento
primeiramente. Entretanto, é muito mais do que isso. O comportamento é uma conseqüência
de algo muito mais profundo nesse processo de santificação ou de proximidade a
Deus.
Primeiramente, devemos assumir que
não temos nada de santo em nós mesmos por causa do pecado. Fomos concebidos em
pecado (Salmo 51:5). Deus é Santo! Santidade é algo inerente a Deus. Nele não há
maldade alguma. Então, quem no mundo está no mesmo nível da santidade de Deus? Ora,
se eu não sou santo, mas Deus é santo e a Bíblia diz que sem santidade ninguém
verá o Senhor. (Hebreus 12:14) Como serei santo se não adianta por meus
esforços agradar a Deus?
Bom, devemos entender que
santidade é mais uma questão de relacionamento com Deus do que de fazer coisas
certas para Deus. Quem se relaciona com Deus fazendo coisas para Ele não é
filho e não está gozando da presença Dele, mas está agindo como o irmão do
filho pródigo tentando agradar o Pai e se frustrando constantemente.
Santidade é uma conseqüência do
meu relacionamento com Deus. Se você andar com pessoas que só falam palavrão o
tempo todo, bem provável será que involuntariamente você falará ou pensará em
falar. Se você andar com pessoas que só falam de jiu-jitsu, inevitavelmente você
terá uma tendência a falar mais disso do que de qualquer outra coisa. Esse
princípio também se aplica ao seu relacionamento com Deus. Quem se relaciona
com Deus e vive na comunhão com Deus sofrerá influencias do caráter de Deus na
sua vida. Então, como respondemos à pergunta “como viver a santidade?” A
resposta é: vivendo com Deus, em um relacionamento de proximidade a Ele. À
medida que me aproximo de Deus e me relaciono com Deus somos transformados.
Queremos ir às águas mais
profundas. Essas águas profundas falam de Deus. É mergulhar em Deus, em um
oceano que para nós é desconhecido e que nos causa temor. Há coisas que não
conhecemos, mas ao mergulharmos Nele não seremos mais os mesmos. Por isso,
enfatizo mais uma vez que é necessário tirarmos as máscaras. Deus não se
relaciona com personagens ou performances. Ele sabe quem nós somos e não
adianta fingir. Fracassaremos todas as vezes que tentarmos ser quem não somos
diante de Deus, procurando ter controle da nossa vida com Deus. Por isso,
descobrimos que não adianta seguir regras e formas para nos relacionarmos com
Deus. Você não se relaciona com a sua mãe ou pai através de regras e normas. Você
é o que é e às vezes extrapola, fica irreverente. Tem muita gente que também se
relaciona com Deus de forma irreverente por ter perdido a noção de que Jesus é
também o leão da tribo de Judá, grande, imprevisível e cujo rugido assusta. Mas,
quais são as evidências desse relacionamento transformador com Deus?
A questão da obra prima
Kevin Mannoia ilustra bem isso no
seu livro Vida Magistral. É como uma obra de arte pintada numa tela. As pessoas
olham aquela obra, admiram e de tão maravilhadas que elas estão, dizem: “Quem
foi o pintor dessa obra?” O olhar das pessoas vai para além da tela e chega no
autor, pois, elas dizem “esta obra é magistral”, ou seja, esta obra é digna de
um mestre!
Em um time de futebol é a mesma
coisa. As pessoas sempre perguntam: “Quem é o técnico?” Se o time está ruim a
culpa quase sempre é do técnico, mas se o time está ótimo o conjunto é responsável.
Mas, ao longo dos anos percebemos que os técnicos fazem a diferença. Quem não
gostaria de ter um Tite ou um Muricy conduzindo a sua equipe?
Eis aí o segredo da vida de
santidade. Quando as pessoas olham para as nossas vidas, ações, decisões e
escolhas e logo dizem: “Esse cara é diferente”! “Quem está por trás da sua vida”?
Alguns dirão: Ele vai à igreja! Mas, você sabe a resposta que é o simples fato
de se relacionar mais com Deus. Quando a nossa vida está cheia de Deus, pois
estamos andando mais com Ele, a nossa vida reflete a obra prima de Deus! Somos
a obra Dele.
Então, como ter um relacionamento
com Deus, de maneira que a nossa vida seja um espelho que reflete a imagem de
Deus e sua Santidade e o mundo nota o Deus que há na sua vida?
O relacionamento transformador com
Deus acontece quando...
1.
Você está
onde Deus está (v. 1)
Deus vem ao encontro de Isaías
numa visão. É uma visão gloriosa. Deus revela sua glória em toda sua Santidade
a Isaías.
Quando eu era adolescente
acreditava que precisava estar enfurnado na igreja todo o tempo para ter
encontros com Deus. Minha avó dizia: “Por que não leva logo o colchão para a
igreja e mora lá?” É verdade que ir à igreja é importante para encontros com
Deus através da comunhão, mas essa não é toda a verdade dos encontros com Deus.
Eu ficava fascinado com aqueles
que logo falavam línguas estranhas, tinham experiências poderosas e eu queria
aquilo para mim. Eu as achava muito íntimas de Deus e muito espirituais. Lembro-me
das conversas com meus amigos dizendo: “Quero ver um anjo.” Outro logo me
alertava: “Quem vê anjos também vê demônios.” O que dizer daqueles que “caiam
no Espírito”. Uma vez eu caí sozinho sem que alguém pusesse as mãos na minha
cabeça porque queria passar a outros que eu tive também uma experiência única. Não
estou criticando nada disso, apenas citando exemplos de situações que para mim
parecia evidências de pessoas santas. Por que isso? Medimos o nosso
relacionamento com Deus a partir da experiência do outro. Isso é terrível,
frustrante e devastador para a nossa fé. De duas a uma, ou pensaremos que não
somos espirituais ou faremos o maior estardalhaço para fingir que estamos na
Presença de Deus.
Se não bastassem todas essas coisas,
outros ainda condicionam a presença de Deus a um cantor “x”, a um pregador “y”.
Bom, a pergunta é: “Onde Deus está?”
DEUS NÃO ESTÁ LIMITADO EM HOMENS E
AO DESEMPENHO DOS HOMENS. A distância entre mim e Deus pode ser imediatamente
quebrada quando o meu coração estiver de joelhos. É com ousadia e intrepidez,
pelo novo e vivo caminho, Jesus Cristo, que você e eu podemos estar onde Deus
está. (Hebreus 10:19-22)
O caminho do relacionamento transformador com
Deus é o coração de joelhos, a vida de oração pelo caminho que é Jesus.
A
oração não é uma fórmula ou um meio de manipular a Deus, mas um meio de nos
submetermos a Deus. Quanto mais eu me aproximar Dele em oração, maior
intimidade, mais o conhecerei e confiança e me submeterei a Ele e à Sua Vontade.
Jesus nos ensinou a orar nos chamando para o quarto (lugar de intimidade). Lá
no quarto, fechar a porta (privacidade e exclusividade) orarmos. O nosso Pai em
secreto nos verá e nós o veremos. Oração parece um assunto muito chato, mas se
não nos convencermos de que precisamos falar com o Pai, não teremos intimidade
com Ele. Relacionamento só existe se relacionando.
Oração
é um meio pelo qual vou me submeter ao Pai e ouvir as suas respostas, sim, não
e ou espere! Precisamos aprender a orar com Jesus: “Pai seja feita a Tua
vontade”! Precisamos aprender a orar com Paulo e a ouvir: “Minha graça te basta”.
Eis
o caminho de um relacionamento transformador com Deus. Deus vem a Isaías porque
podemos afirmar que Isaías ia sempre ao encontro Dele. Esse é o caminho das águas
mais profundas. Proximidade a Deus.
Quando
não temos intimidade com Deus vivemos de fantasias e expectativas quase sempre
frustradas. Esperamos algo mirabolante. Temos mania de nos imaginar como seremos
quando estivermos onde Deus está. Pare com isso! Aproxime-se de Deus com seu
coração de joelhos e Ele se revelará. Lembro-me de que uma vez fui visitar uma
cliente. Quando ela abriu a porta da casa dela ficou decepcionada. Pensou que
eu fosse um cara fortão e grandalhão por causa da minha voz grave ao telefone. Claro
que Deus não é assim, mas muitas vezes projetamos um Deus que não existe. O que
quero dizer é: Se você não se relaciona com Deus, todas as vezes que você abrir
a porta esperando vê-lo, se frustrará porque Ele não estará lá. Ninguém irá a águas
profundas se não mergulhar!
O
relacionamento transformador com Deus...
2.
Revela quem eu sou para mim mesmo (v.5)
Essa
verdade é um pouco mais complexa. Fico vendo como que pessoas com visões, revelações
e profecias são tratadas com certa distinção das demais como se elas fossem
mais santas do que outras. Concluímos que pessoas usadas por Deus são mais
santas do que outras. Então, se a mula de Balaão foi usada por Deus com visão
ela é santa, ou seja, ela tem o caráter de Deus? A Bíblia diz que Deus usa o ímpio
para abençoar o justo, logo, podemos concluir que o ímpio é santo, ou seja, ele
tem o caráter de Deus? Deus usa quem Ele quiser, da forma que quiser e na hora
que quiser, entretanto, o lance da santidade não está ligado diretamente a ser
ou não usado por Deus. O lance da santidade está ligado a ser ou não APROVADO
por Deus. Óbvio que pessoas que estão no caminho da santidade viverão as
prioridades de Deus e serão usadas por Ele. Claro que devemos ser usados por
Deus, mas é melhor ser um usado por Deus que tem APROVAÇÃO. Quantas pessoas
usadas que caíram em pecado, sabendo também que ninguém cai da noite para o
dia. Eu mesmo não entendia como poderia ser usado por Deus e ao mesmo tempo
estar cheio de culpa.
Certamente
muitas pessoas se consagram para serem usadas. Mas, será que devo me consagrar
só quando vou pregar ou cantar? Santidade é relacionamento. Veja que Pedro teve
a revelação de que Jesus era o Cristo e horas mais tarde Jesus repreende satanás
da vida de Pedro. Somos complicados!
Há
quem acredite que por essas coisas uns são mais santos do que outros, mas você
se lembra de que o exemplo de santidade não é o seu amigo ou vizinho, mas Deus?
Ele é o Santo!
Isaías,
quando viu a santidade de Deus falou: “Eu sou O cara!” Ou ele disse: “Sou o
MAIOR profeta de Israel!” Claro que não! Quando Isaías vê a santidade de Deus, é
como se ele estivesse pelado na frente de todo mundo e tivesse tomado de
vergonha e um encontro com ele mesmo e então disse: “Ai de mim”. Ele reconheceu
o juízo de Deus sobre o seu pecado. Aqui há uma grande verdade: Quanto mais próximo
de Deus, mais humildade no meu coração e mais servo porque vejo que não sou
melhor do que ninguém.
Você
quer se parecer com quem? Com o seu vizinho bondoso? Não é uma má idéia! Mas, não
vá às cópias, vá ao original! Não viva uma santidade pirateada, viva a
santidade do original, a santidade de Deus! Se veja a partir do seu
relacionamento com Deus. É de pai para filho! Eu olho para mim e olho para Deus
e vejo que não sou nada, mas percebo o quanto Deus é amoroso e gracioso. A
santidade de Deus revela todas as outras faces Dele. Você se lembra de Jesus e
Pedro envergonhado? Você se lembra que quando reconhecemos que não somos
capazes e estamos no fundo do poço há alguém que não nos ama por causa do nosso
desempenho, mas nos ama porque nos fez e, então se aproxima de nós? Quanto mais
nos cercamos da luz de Cristo, mais as trevas se dissipam da nossa vida. Quem
tem um encontro com Jesus é curado da sua auto-imagem! Saberá reconhecer suas
limitações e saberá lidar com suas fraquezas. Nosso EGO e VONTADES são
confrontados e crucificados. Então, mais que pronto para ser usado por Deus,
sou por ele aprovado. As pessoas passarão a ver Deus em mim. Quando
reconhecemos o nada que somos, nos abrimos para Deus ser tudo em nós. Basta ver
isso na vida de Isaías e de tantos outros como Moisés, Pedro etc...
O
relacionamento transformador com Deus acontece...
3.
Por causa do Seu toque purificador (v.7)
Glória
a Deus! Quando confessamos, quando gritamos “ai de mim” recebemos o toque de Deus.
O que estava oculto veio à tona e Jesus nos limpou com o Seu sangue. Deus não
deixa a sujeira debaixo do tapete. Ele percorre todos os cantos da nossa alma e
nos limpa.
O
Senhor quer nos tocar com seu toque purificador. Foi o que aconteceu com a
mulher adúltera. Jesus nos mostra o que somos e diante de tão grande graça e
amor somos transformados.
É
muito bom ter experiências com Deus. Eu tive muitas experiências, mas enquanto não
houvesse transformação seriam apenas experiências.
O
toque de Jesus transforma o caráter, transforma sim a conduta, mas é algo de
dentro para fora. Ele quer mudar o nosso íntimo e assim desceremos,
mergulharemos em águas mais profundas.
Porém,
veja que Isaías foi tocado por uma brasa. Se eu bem imagino o que seja uma
brasa, ela é quente e queima!
Já
vi em filmes que para evitar infecções quando alguém se fere, para purificar de
bactérias, ele pega a brasa e toca na ferida e assim a pessoa é salva. O toque
de Deus muitas vezes poderá doer. O Espírito Santo é o fogo que queima e nos
ajuda a viver essa vida de relacionamento. O fruto do Espírito está descrito em
Gálatas 5:22-24. As evidências de que você tem recebido o toque do Espírito é
quando você vive pelo Espírito numa vida tocada por essa brasa viva! Onde você
precisa desse toque em sua vida?
Vamos
descer às águas profundas? Receba o toque purificador de Deus. Estar na presença
de Deus nos transforma.
Rodrigo
Rodrigues Lima,
Pastor
Devocional 13/02/2015 - TEMA: Preciosíssimo!
TEMA: Preciosíssimo!
TEXTO: "Estando ele em Betânia, reclinado à mesa, em casa de Simão, o leproso, veio uma mulher trazendo um vaso de alabastro com preciosíssimo perfume de nardo puro; e, quebrando o alabastro, derramou o bálsamo sobre a cabeça de Jesus." Marcos 14:3
OBSERVAÇÃO
Jesus está a dois dias de ser traído e em Betânia, Marcos registra que uma mulher derrama sobre Ele perfume caríssimo, talvez, o bem mais precioso que aquela mulher pudesse ter. Faço um paralelo com o jovem rico. Ele deu as costas para Jesus, mas essa mulher lhe deu o que tinha de mais precioso.
PRÁTICA
Quero ter o coração desta mulher. Ela pegou tudo o que tinha e derramou sobre Jesus. Isso é um exemplo de renúncia, abnegação e consagração. Meu tempo é preciosíssimo, minha família é preciosíssima, meus talentos são preciosíssimos. Tudo isso vou derramar sobre Jesus.
ORAÇÃO
Querido Pai, tudo o que há de preciosíssimo em minha vida derramo sobre Cristo. Declaro assim que Jesus é o meu bem maior e a Ele reconheço. Que eu não me apegue a nada e meu coração seja livre para amá-lo e servi-lo. Não quero dar as costas jamais! Ajuda-me SENHOR.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
Tirando as máscaras e mergulhando em Deus
Uma
pergunta muito difícil de ser respondida é esta: Como Deus me vê? A base dessa reflexão está em João 21:15-23
Quando
eu era adolescente queria muito agradar a Deus. Eu gostava de estar na igreja,
gostava muito de ler a Bíblia, sonhava em ser pastor, enfim, eu desejava muito
a Deus.
Mas, fui iniciado na
pornografia em minha adolescência e tinha um impulso muito próprio da idade.
Essa era a minha maior luta.
Quando
fui batizado aos 13 anos, eu acreditava que não pecaria mais, especialmente na
pornografia. Triste ilusão!
A
cada Santa Ceia eu fazia um novo voto com Deus de que eu não cometeria mais
aquele pecado. Eu sentia muita vergonha de mim mesmo e não confiava em ninguém
para me abrir. Meus pensamentos giravam em torno da minha imagem e futuro. “Eu
sou um futuro pastor. O que as pessoas dirão? Como elas me verão se
descobrirem?” Então pensava no pastor, na liderança, nos membros que me
admiravam. Eu não poderia decepcioná-los com meus fracassos. Há uma canção do
Casting Crowns que diz:
Há alguém que fracassa? Há alguém que falha?
Eu sou o único na igreja hoje me sentindo tão pequeno?
Porque quando eu dou uma olhada em volta, todo mundo
parece tão forte.
Eu sei que eles vão logo descobrir que eu não
pertenço.
Então eu escondo tudo como se tudo estivesse bem.
Se eu os fizer acreditarem nisso, talvez eu também
acredite.
Então com um sorriso falso, eu brinco com o coração de
novo.
Então todos vão me ver como eu os vejo.
Nós somos felizes sendo pessoas de plásticos?
Debaixo de torres de plásticos brilhantes com paredes
em volta de nossas fraquezas e sorrisos para esconder a nossa dor?
Então
eu estava me acostumando com máscaras. Às vezes eu levantava as mãos com olhos
fechados num desempenho teatral, mas com o meu coração seco, cheio de culpa e
tentando me reerguer.
Em
acampamentos, os meus amigos abriam o coração e eu queria muito que eles fossem
libertos e curados, mas eu mesmo não tinha coragem para confessar o meu pecado
com medo de não ser aceito, com medo de ser julgado e rejeitado.
Isso afetou
profundamente na minha maneira de ver Deus e me relacionar com Ele, pois, não
compreendia corretamente graça e muito menos santidade. As mensagens sobre
santidade eram sinônimos de cobrança e culpa, não por parte do pregador, mas
por causa da minha condição.
Como
Deus me vê? Veja que essa pergunta não é tão simples. A maneira como me vejo
pode afetar profundamente a maneira como eu vejo Deus e, conseqüentemente, como
penso que Ele me vê.
Por estar tão cheio
de culpa e quebrando vários votos feitos na Santa Ceia me via inapto para me
relacionar com Deus. Sempre soube que salvação era pela graça, mas faltava
alguma coisa. Então, acreditava que estando em todas as atividades da igreja e
me ocupando cada vez mais eu não teria tempo para pecar e Deus se agradaria do
meu coração, pois, fazia tantas coisas para estar perto Dele e longe do pecado
que isso aliviava minha consciência e fortalecia minha espiritualidade fazendo
as coisas da igreja.
Construí uma relação com Deus a
partir das minhas ações e me sentia aceito por Ele e pelas pessoas. Quando
olhava para meus amigos na igreja que não tinham a mesma intensidade e
interesse de atividades como eu, eu tinha dó deles, pois, sabia que mais cedo
ou mais tarde eles não suportariam e se desviariam.
Na verdade, tudo eram um grande
jugo e uma máscara com várias faces, apesar da minha sinceridade. Cresci na
igreja ouvindo pessoas testemunhando de suas conversões impactantes e pensava:
“Será que eu também não deveria ter uma experiência fora da igreja para ser
transformado definitivamente?” Me maravilhava com aquelas experiências que
ouvia.
Bom, queremos muito ter intimidade com Deus e descer a águas mais profundas.
Se quisermos descer às águas
mais profundas precisaremos romper com tudo que torna a nossa vida com Deus
rasa e sem profundidade. Precisaremos estar dispostos a sermos tratados por
Deus e romper com as máscaras. Precisaremos abrir a gaveta onde escondemos
todos os segredos e expor as feridas para sermos curados e libertos.
Temos um problema sério que pode
nos impedir de irmos às águas profundas. Vemos Deus do nosso jeito, ao invés de
sermos do jeito que Deus quer que sejamos. Fazemos Deus vestir a nossa roupa,
projetamos a nossa imagem Nele, ao invés de sermos revestidos e sermos refeitos
À Sua Imagem.
Se tivermos dificuldade de abrir
o coração, nós o veremos como alguém que dificilmente abrirá seu coração
conosco. Se nos acostumamos com pecados de estimação, acharemos que ele nos
entende e nos aceita como somos. Se formos exigentes conosco, também pensamos
que Deus é exigente e que devemos nos esforçar para atingir os elevados
critérios Dele.
Para ser bem honesto, servir a
Deus colocando a nossa roupa Nele não é muito certo. Então observemos duas
verdades:
- Não há nada que você possa fazer por seus
próprios méritos e esforços para ser aceito por Deus.
O fato de você fazer coisas para Deus não lhe fará ser
aceito por Ele. Também fazer as coisas certas não. Deus não o aceita pelo que
você faz a Ele.
- Entenda, Deus te ama! Ele te ama não por causa do
teu desempenho (se você faz coisas para Ele) e sim porque a imagem Dele se
encontra em você.
Deus criou você porque Ele te amou. O amor de Deus por
você não está preso ao seu desempenho. O amor de Deus por você não é medido pelo
seu desempenho.
Pedro, o discípulo de Jesus enfrentou essa crise,
pois, precisou aprender que Jesus o amava não por causa do seu desempenho, mas
porque Jesus simplesmente o amava e isso era suficiente para que futuramente
fosse transformado. Veja:
I.
Não adianta desempenho e auto-suficiência
Pedro era sincero, mas muito autoconfiante. Ele servia
a Jesus com toda a sua vontade, mas era muito cheio de si, muito autoconfiante.
Ele confiava tanto em seus esforços que Ele disse a Jesus: “por ti darei a
própria vida.” (João 14:37). Dizemos a mesma coisa todas as vezes que decidimos
parar de pecar com votos na Santa Ceia. Dizemos a mesma coisa todas às vezes
que decidimos não faltar mãos aos cultos como uma maneira de agradar a Deus.
Dizemos a mesma coisa todas as vezes que decidimos por nós mesmos. Ao que Jesus
respondeu a Pedro: “em verdade, em verdade te digo que jamais cantará o galo
antes que me negue três vezes. (João
14:38)
Assim somos nós! Especialmente
em retiros. Muitos acreditam que terão a experiências de suas vidas porque
fizeram um compromisso de ir a um acampamento, fizeram um sacrifício pagando
caro por ele e não serão mais os mesmos. Terão o desempenho que agrada a Deus e
serão aceitos por Deus. Não! Não é assim!
II.
Não adianta só um sentimento, vestir a capa, viver de
votos ou tentar fazer o certo
Jesus foi preso pelos soldados. Vamos ver as reações
do sincero Pedro:
- Pedro decepa a orelha do soldado por Jesus. (João
18:26) São seus esforços por Jesus.
- Pedro foi visto com Jesus. (Mateus 26:69) Pedro,
sincero que era, estava com Jesus. Foi visto com Jesus. Assim reconheceram
as pessoas que prenderam Jesus.
- Pedro parecia com Jesus. (Mateus 26:73)
Definitivamente, Pedro era tão sincero que seu jeito de falar e andar era
parecido com o de Jesus, mas ele tinha um problema. Queria servir a Jesus
do seu jeito.
Perceba
que não foi suficiente para Pedro decepar a orelha do soldado, estar com Jesus
e até se parecer com Ele. Não adianta frequentar a igreja, fazer parte de um
ministério, falar evangeliquês e ter jeito de crente. Servir a Jesus do nosso
jeito sempre na hora “H” nos levará a negá-lo.
Sabe
todas as vezes que você sempre quis fazer o certo, mas na hora “H” errou?
Então, a pergunta que não quer
calar: Como Deus é? Como devemos vê-lo? Como Deus me vê? Como romper com tudo o
que nos impede de descermos às águas mãos profundas? De onde vem a coragem para
tirar as máscaras, abrir a gaveta das coisas ocultas, expormos as feridas e
sermos curados e libertos de maneira que não queiramos mais servir a Deus por
desempenho, mas por amor?
- Jesus revela o Pai compassivo em
sua atitude para com Pedro (v. 15)
Jesus não cobrou Pedro. Jesus não jogou na cara de
Pedro tudo o que Ele havia feito de errado. Jesus revela o Pai compassivo do
Filho Pródigo em sua atitude. Pedro não tinha mais como fazer nenhuma promessa
a Jesus, a não ser reconhecer seu fracasso para experimentar o olhar compassivo
de Jesus. Esse é o segredo daquelas conversões poderosas que vez por outra
ouvimos. Geralmente a pessoa diz que estava no fundo do poço, ou seja, ela não
tinha nada a oferecer a Deus, além do seu fracasso. Quando a pessoa chegou ao
fundo do poço em que estava totalmente exposta de vergonha, desprezo e rejeição
por todos à sua volta, a pessoa se rendeu ao único que não estava preocupado com o seu desempenho. Assim foi com a
mulher adúltera. Ele não nos ama por causa do nosso desempenho. Lembra-se
disso? Mas, seu amor é o que precisamos para receber cura e libertação.
- Jesus revela o Pai que se aproxima
do filho fracassado e arrependido (v. 15)
Jesus inicia um diálogo com Pedro. Na nossa versão
bíblica não compreendemos a profundidade desse diálogo. Ele se dá mais ou menos
assim – Jesus: “Pedro, você me ama com amor desinteressado, amor esse que me
põe acima de tudo e de todos e que não espera nada em troca e que está acima
mesmo da sua vida?” Pedro responde: “Senhor, você sabe que tenho muita
consideração por você.” Jesus pergunta mais uma vez a Pedro obtendo a mesma
resposta. Então, na terceira vez Jesus pergunta: “Pedro, você tem muita
consideração por mim então? Pedro, magoado, ressentido responde: “Sim Senhor! “Eu
tenho muita consideração por você”. Em outras palavras, Pedro está afirmando
que seu desempenho havia fracassado e que não adiantava fazer mais promessas,
era o Pedro insuficiente e incapaz. Ele sabia que não conseguia corresponder ao
amor de Jesus no mesmo nível. Mas, o mais impactante dessa história toda é que
Jesus diz para ele três vezes: “Apascenta as minhas ovelhas”. Jesus se aproxima
de Pero, do coração do Pedro incapaz e o restaura.
Esse Pai que nos mostra que não somos bons e que não
nos ama por causa do nosso desempenho é capaz por meio do Seu amor de nos
restaurar e enviar. Mas, para isso, precisamos abrir a gaveta, tirar as
máscaras, mostrar as feridas e conhecer que precisamos Dele. Ao decretar nossa
falência, Jesus se aproxima para nos restaurar.
Deus quer que você se veja como
Filho. Meu filho Miguel não precisa fazer nada para aumentar meu amor por Ele.
Eu simplesmente o amo. Não somos empregados de Deus, mas seus parceiros. Isso é
graça! O irmão do filho pródigo estava em casa com o pai, mas vivia como
escravo trabalhando todo o tempo como que para merecer o amor e o
reconhecimento do pai. O pai lhe disse: “Filho, tudo o que é meu é teu.”
Como está o seu coração? Muitas
coisas na vida ferem o nosso coração nos impedindo de ver Deus como Ele é e de
nos vermos quem somos Nele. Mágoas, pais ausentes, decepções, urgências da vida
e do dia a dia, o fazer e fazer, o pecado, a culpa, enfim, muitas coisas podem
endurecer o nosso coração e nos afastar de Deus nos levando a cair mais uma vez
nas armadilhas das máscaras. As águas nunca sobem, porque não confiamos no amor
de Deus para que elas saiam além do tornozelo.
Como você se vê hoje? Como Deus
o vê? Como Jesus viu a Pedro? Está na hora de você se ver como o Pai o vê
através de Cristo Jesus. Se você deseja isso, deverá se render voluntariamente
dos seus motivos e justificativas que tem te levado a viver de forma não tão
profunda quanto gostaria. Ir para o caminho da humilhação, da entrega, e do
quebrantamento se rendendo a Deus. Não há transformação se não houver confissão e arrependimento. Esse é o caminho da mudança, o caminho para mergulhar em águas profundas.
Rodrigo Rodrigues
Lima,
Pastor
Devocional 12/02/2015 - TEMA: Como ofertar!
TEMA: Como ofertar!
TEXTO: "Assentado diante do gazofilácio, observava Jesus como o povo lançava ali o dinheiro." Marcos 12:41
OBSERVAÇÃO
A cena, talvez, pudesse ser constrangedora. Jesus estava sentado diante do gazofilácio, a caixa onde as pessoas depositavam as ofertas. Mas, o que interessava a Ele era sim a quantia. Para Ele o maior valor, a maior quantia estava na intenção e na disposição do coração do ofertante e consequentemente na atitude. Essa quantia evidenciava como estava o coração daquelas pessoas. Certamente, por seu comentário aos discípulos ao ver que a viúva pobre deu tudo o que possuía, Ele procurava gratidão, generosidade e desprendimento.
PRÁTICA
Esse texto me chamou a atenção para a forma como me preparo para ofertar e em como está o meu coração. Me transportando para o local me vi constrangido porque não tenho dado o devido valor a como meu coração se prepara antes para este momento do culto a Deus. A partir de hoje orarei e serei mais cuidadoso com essa prática. Nunca deixei de ofertar ou de ter a intenção, mas se Jesus estivesse diante do gazofilácio eu ficaria constrangido comigo mesmo porque eu sei como na maioria das vezes eu ofertei.
ORAÇÃO
Querido Pai, Tua Palavra é vida e produz transformação. Me perdoe por todas as vezes que corri ao fundo da igreja para pegar oferta com a minha esposa. Reconheço que não tenho me preparado da maneira devida para ofertar. Não me preparo antes, não separo a quantia com zelo e sei que isso fala muito do como. Que eu tenha sempre em mente que o como me aproximo de Ti no gazofilácio também chama a Tua atenção. Um coração que reconhece o Teu Senhorio, bondade e graça.
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