segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

QUANDO CRISTO NOS ENVIA AO ALTO MAR


QUANDO CRISTO NOS ENVIA AO ALTO MAR
Marcos 6:45-52
Depois de dias de muito estresse com rejeições, a escolha dos doze somado à morte de João Batista e o cansaço fruto de um dia com a multidão, inclusive lhe provendo alimento e sustento, Jesus não pára e não permite que seus discípulos parem. A causa do Reino é urgente e seus discípulos estão em treinamento. Estão num campo de preparação, na verdade em casa. No mar da Galiléia, também conhecido como Mar de Tiberíades, ou ainda, o Lago de Genesaré, onde foram chamados 4 de seus 12 discípulos, os pescadores Pedro, André, Tiago e João. Enquanto Jesus despede a multidão, Ele obriga dos discípulos, a contragosto deles, para Betsaida. Jesus os envia a alto mar. Eles estão cansados, fadigados na verdade e contrariados. No mar, então Jesus vai lhes ensinar lições profundas que aplico para nossas vidas aqui:
1. Quando Jesus nos envia ao alto mar é para revelar o caráter da sua missão (v. 45)
A causa do evangelho é urgente, ainda que estejamos sem forças para realizá-lo! Jesus otimiza o tempo. Enquanto os discípulos vão a Betsaida, o Mestre se despede da multidão e se retira para orar. Não podemos ficar parados. Devemos obedecer o mestre. Jesus quer ensinar a seus discípulos em alto mar que a obra precisa de homens destemidos, que enfrentam ventos e marés. A vida cristã não se resume À igreja, mas tem como objetivo maior a causa do Reino. Jesus nos envia aos alto mares da vida com vistas a nos preparar para sermos seus mensageiros.
2. Quando Jesus nos envia ao alto mar é para revelar o caráter do seu discípulo (v. 45; 47-48)
Os discípulos são obedientes. Eles estão no lugar que não querem estar ainda que seja submissão ao mestre. O discípulo está obedecendo a ordem do mestre ainda que sinta que poderá naufragar, remando sem sair do lugar numa noite fria e sombria.Na vigília da vida só há solidão, frio e escuridão. Sentimos estar em trevas, porém obedecendo o Mestre, ainda é o melhor lugar. Sentimos o mar bravio, instabilidade à nossa volta e nenhum lugar seguro para firmar nossos pés, porém, se é para obedecer o Mestre, ainda é o lugar mais seguro. Sentimos os ventos soprando sobre nós oriundos de todas as direções e não podemos controlá-lo, porém, se é para obedecer o Mestre o barco não vai virar. O objetivo do Mestre Jesus não é que sucumbamos, mas que o reconheçamos e nos conheçamos a partir Dele. Ele pode não estar no barco e parecer distante, mas Ele está no alto do monte olhando para nós!
3. Quando Jesus nos envia ao alto mar é para revelar a nós o Seu caráter (v. 48-50)
Vendo Jesus que seus discípulos não podiam resistir àquela situação, Ele anda sobre ela. O mar não pode submergi-lo, os ventos não podem contê-lo e a noite não pode cegá-lo.
Jesus não apenas anda sobre aquela situação, como também procura tomar a dianteira do barco. Deus faz isto com o povo hebreu quando vai a frente deles como nuvem durante o dia e coluna de fogo durante a noite. Ele é Deus que está sempre à frente das circunstâncias. Ele diz: TENDE BOM ANIMO! EU SOU! NÃO TEMAIS! O EU SOU sobe no barco dos discípulos. O EU SOU quer subir no barco da sua vida para revelar-se a você!
Está em alto mar? Se é por obedecer a Cristo, confie NELE. Ele diz: TENDE BOM ANIMO! EU SOU! NÃO TEMAIS!
No amor de Cristo,
Rodrigo, Pr.

sábado, 7 de janeiro de 2012

O Corpo de Cristo


O CORPO DE CRISTO
I Coríntios 12:12-31

Nós formamos aquela que é a agência do Reino de Deus. Deus escolheu a igreja para dar continuidade ao estabelecimento do seu Reino. Somos ministros da Reconciliação, isto é, reconciliando o mundo com Deus através de Cristo por meio das ações do seus embaixadores, a nação santa, os sacerdotes reais, povo de propriedade exclusiva de Deus. Somos chamados para refletir a imagem de Deus neste mundo perdido. A igreja, metaforicamente chamada de O CORPO DE CRISTO, em sua natureza e essência, atrai outros para o Reino de Deus. Ela tem sua própria funcionalidade que revela o caráter de Cristo, o Deus-homem, servo sofredor que não considerou o seu direito de Deus, antes abriu mão de si próprio para seguirmos seu exemplo.
Somos membros do Corpo de Cristo, portanto:
1. No Corpo de Cristo não há acepção de pessoas (v. 13)
Todos em Cristo somos um, batizados em Seu corpo. Deus não distingue para si um ou outro. Ele não faz acepção de pessoas. Nele não há pobre ou rico, baiano, cearense ou paulista. Não há japonês, brasileiro, judeu ou iraniano. Em Cristo, o mesmo Espírito opera tudo em todos sem distinção.
2. No Corpo de Cristo todos temos uma função (v. 18)
Precisamos uns dos outros, pois o corpo só é completo quando cada um reconhece sua função e seu lugar. Apesar de sermos um só corpo, somos diferentes. Por isso chama-se CORPO, pois, na multiplicidade das funções nos completamos. Deus gosta da multiplicidade. Sua graça e sabedoria é multiforme e se manifesta de formas múltiplas. Deus multiplica!
3. No Corpo de Cristo todos temos o nosso valor (v. 22-25)
Nosso valor está naquele que nos chamou. Aquele que te chamou, sabe porque te chamou e sabe do seu valor. O nosso reconhecimento não vem na horizontal, mas na vertical, pois, Ele é QUEM efetua em nós tanto o querer quanto o realizar. Aquilo que podem não valorizar na sua ótica, Aquele te chamou sabe do teu valor e Ele te reconhece.
4. No Corpo de Cristo sentimos como corpo (v. 26)
Quando machucamos um dedo que seja, e este dedo fica infeccionado, nosso organismo reage e ficamos até com febre. Todo o corpo sente qualquer coisa estranha que tente invadi-lo. Não é diferente no Corpo de Cristo, pois, se um sofre, todos nós sofremos. Se alguém é honrado, todos se regozijam, pois, somos um e nos alegramos uns com os outros, pois, quem é exaltado é o CABEÇA DO CORPO, logo o corpo!
Conclusão
Ora, vós sois corpo de Cristo; e, individualmente, membros desse corpo. I Coríntios 12:27
No amor de Cristo,
Rodrigo, Pr.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Sabedoria na vida

A sabedoria consiste em lidar com as crises e aceitá-las.

Ao passo que evitamos as crises e rejeitamos as adversidades, demonstramos nossa total falta de confiança em Deus, deixamos de amadurecer.

Deus fez tanto o dia da prosperidade quanto o dia da adversidade, portanto, não é sábio perguntar por que o dia de ontem foi melhor do que hoje.

Tudo tem um propósito debaixo do céu, inclusive nosso sucesso e fracasso.

O melhor que podemos fazer é confiar em Deus e temê-lo, afinal de contas, tudo é dádiva de Deus.

Por isso, o melhor caminho que os homens podem trilhar é o da mansidão, isto é, submissão aos desígnios de Deus.

Sabedoria consiste em não confiar no seu próprio esforço. Esforçar-se é também uma capacidade que vem de Deus. Entretanto, há de se analisar a motivação do próprio esforço, se este é movido por competição entre as pessoas do nosso entorno, se por nossas esquizofrenias internas, se por nossos sentimos de inferioridade ou simplesmente pelo ensejo do momento como fruto da bondade de Deus.

O que eu mereço? Nada....rs

Por que insisto que a minha vida gira em torno de mim mesmo?

Buscamos a felicidade e a realização, mas tudo isso é inútil, passa, se vai. Fica para outros...rs

Felicidade, ou melhor, inteireza de vida, plenitude de coração e paz de espírito só encontramos naquele que nos criou. A maior de todas as realizações é nos submetermos ao nosso Criador.

Ele não quer nos abençoar em nossas decisões. Ele quer que encontremos o compasso de suas decisões, pois, o tempo oportuno de Deus não está afinado com o nosso famigerado cronos. Todas as decisões nessa vida que não apontam para Deus são inúteis.

Jesus foi o maior exemplo disto. Aceitou a sua missão, submeteu-se única exclusivamente ao Pai em todo o tempo e a maior de todas as suas expressões foi: SEJA FEITA A TUA VONTADE.

A sabedoria consiste em aceitar a vontade de Deus.

No amor de Cristo,

Rodrigo, Pr.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

A mensagem e o mensageiro!

Deus sempre usou profetas para confrontar o pecado do seu povo e chamá-los ao arrependimento. A principal função do profeta é falar em nome do Senhor segundo as palavras do próprio Deus. O profeta é um mensageiro, portanto, o portador ou o porta-voz daquele que o comissiona. O profeta não é maior que a mensagem que carrega.
Houve nos tempos da antiga aliança um profeta em Judá chamado Jeremias. Antes da sua chamada como profeta, por nascimento ele já contava com o status de sacerdote.
Uma grande e bela carreira lhe era garantida como sacerdote. Sua função seria apenas oferecer sacrifícios e cuidar das tarefas diárias do templo. Não teria Jeremias nenhuma outra função senão a de ter uma boa relação com o povo e cumprir as ordenanças de Moisés.
Porém, Deus o separa para profeta. Não seria uma tarefa fácil, afinal de contas, confrontar Judá que se encontrava numa situação de prostituição religiosa, governada por reis corruptos e corruptores não era nada nobre ou que lhe trouxesse status tal qual a função de um sacerdote.
O que me chama mais a atenção na vida de Jeremias é a fidelidade dele a Deus. Ele não buscava aprovação de homens, não pregava o que era bom aos ouvidos dos homens, e principalmente, nada fazia segundo suas convicções pessoais. Foi ele um homem fiel a Deus de forma irrestrita. Não negociou a mensagem em busca da aprovação de homens. Isso me faz recordar o apóstolo Pedro, Paulo e demais homens comissionados por Cristo que foram fiéis à sã doutrina como mensageiros de Cristo. Eles não eram maiores que a mensagem, antes a mensagem era mais importante que a própria vida deles.
Lembro-me de filmes épicos onde os mensageiros, enviados por reis, após a entrega da mensagem voltavam decapitados pelo mesmo caminho que vieram, guiados por seus cavalos sem negociar a mensagem de seus reinos em detrimento da própria vida.
Os pastores, líderes e pregadores da palavra de Deus são profetas! Ao abrirem suas bocas profetizam segundo a Palavra de Deus revelada. Anunciam em nome do Senhor ao mundo e aos rebanhos que lhe são confiados a vontade de Deus para suas vidas.
Entretanto, quando proclamamos, fazemos segundo a vontade de Deus e em nome do próprio Deus? Também surge outra questão: Quem o povo tem ouvido ou quer ouvir? No capítulo 26 do livro do profeta Jeremias nos mostra o contraste entre dois profetas que falavam em nome do Senhor.
A semelhança entre Jeremias e Urias consistia em que ambos falavam em nome do Senhor e eram profetas que denunciavam a rebeldia da nação que violava a aliança com o seu Deus.
Porém, a grande diferença consiste em que Jeremias falava ao povo diretamente as palavras do Senhor, enquanto que Urias profetizava segundo as palavras de Jeremias.
O que reforça esse entendimento é a postura que cada um deles terá diante da ameaça que recebem. Jeremias, ameaçado pelo povo e pelos sacerdotes, ousadamente não se intimida e diz a eles: “estou entregue em vossas mãos para que façam o que quiser....fiquem cientes que derramam sangue inocente”. Entretanto, Urias ao receber uma ameaça de morte por parte do rei, temendo por sua vida, foge para o Egito.
O resultado foi a morte de Urias e a preservação da vida de Jeremias.
Aprendo algumas lições preciosas aqui quanto a anunciar a mensagem do Senhor. Os mensageiros fiéis a Deus que o envia e os comissiona:
  1. Não temem em anunciar a sua mensagem;
  2. Não negociam a sua mensagem;
  3. Não temem pelos resultados da mensagem;
  4. Não buscam aprovação pessoal através da mensagem.
O verdadeiro comissionado sabe para quem faz e o que faz.
Continua...
No amor de Cristo,
Rodrigo, Pr.

Santidade e o Nosso Bairro

Veículos violados por jovens e adolescentes e outros furtados.

A incidência de usuários de drogas cada vez maior, a violência aumentando, a falsa perspectiva de uma vida melhor através das facilidades de lucro prometido pelo tráfico, o abuso sexual, a pedofilia dentre outros crimes tem assolado o nosso bairro. A pergunta que me faço é: O que a igreja pode fazer? Orar? Sem dúvida! Mas, e a ação?

A passividade e o silêncio das igrejas ao redor do bairro são preocupantes.

De fato, o mundo jaz no maligno, entretanto, isto não significa que devemos assistir de camarote e com uma indignação passiva.

A igreja de Jesus Cristo é chamada para derramar amor sobre a sociedade.

Nos tempos de Jesus, o próprio Deus encarnado habitou entre nós, cheio de graça e verdade. Vimos a sua glória como o Unigênito do Pai. O próprio Deus se aproximou de nós e por meio dessa aproximação seu amor foi derramado no mundo.

Ele amou os discípulos até o fim. Ele foi a manifestação de amor do Pai, que doou seu próprio filho ao mundo.

Assim se manifestou a santidade no mundo corrompido pelo pecado.

Quando esteve na casa de Zaqueu, sua presença de amor foi tão impactante a ponto de gerar arrependimento e frutos de justiça.

Quando esteve diante da mulher adúltera, constrangeu seus acusadores e sua atitude de amor a constrangeu a abandonar o pecado e se tornar uma discípula dele.

Com suas ações e palavras, Jesus nos ensinou e nos comissionou a fazer o mesmo. O nosso bairro precisa de santidade.

Somos os discípulos de Cristo e temos o seu amor em nós. Quanto mais cheios do amor de Deus, mais ousados nesse amor seremos para transformar o nosso bairro e os nossos vizinhos.

Enfim, somos ministros da reconciliação no amor de Deus! Reconciliar o homem pecador com o Deus santo. Nosso cartão de visita é o amor.

Sejamos santos! Sejamos cheios do amor de Deus! Exerçamos o ministério da reconciliação no mundo.

No amor de Cristo,

Rodrigo, Pr.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Igreja. Um mal necessário?

Igreja no Século XXI

Um mal necessário?

Certamente alguém escreveu: “nunca se viu tantas igrejas como em nossos tempos”.

Existe igreja para todos os estilos e gostos, com variadas estruturas e formas de governo. Entretanto, nunca se viu tantos decepcionados com a igreja. Nunca se cobrou tanto da igreja.

Os neo-pentecostais criaram tanta força e inimigos que surgem como uma solução aquelas que fazem questão de levantar a bandeira do que chamam de evangelho autêntico. Surgem os velhos novos caminhos da graça, a igreja, ou melhor, a comunidade do evangelho bíblico dentre outras denominações, no sentido etimológico da palavra, como uma maneira de chamar a atenção para verdadeira igreja de Cristo. As conversas edificantes que visam promover o reino avolumam-se de denúncias como pretexto para justificar sua existência e a volta à essência bíblica. A apologética tomou o lugar dos púlpitos mais do que a mensagem central da cruz e ao amor de Deus que salva o pecador. Será que desaprendemos a pregar o amor de Deus?

Pergunto-me se a igreja verdadeira deve identificar-se pelo outro extremo em oposição à teologia da prosperidade.

Não me lembro de Cristo investir tanto tempo em combater heresias, porém, os evangelhos destacam que Ele investia tempo com pessoas. Ele as amava o tempo todo em todo tempo.

Jesus, de fato, quebrou paradigmas do seu tempo visando atrair os pecadores, os doentes, as prostitutas, as crianças, os mancos, os coxos, os publicanos, em suma, os marginalizados.

Obviamente que houve a necessidade de doutrinar a igreja primitiva contra as heresias, mas esta não era a razão da existência da igreja, como se tem visto hoje em que algumas surgem com tal finalidade na prática, ainda que não sejam na teoria.

Perde-se muito tempo discutindo se dízimo é bíblico ou não, perde-se muito tempo discutindo a cor da parede, das estatísticas e dos orçamentos das instituições que dizem ter como missão o IDE de Cristo.

Pior do que todos esses extremos, são aqueles que resolveram congregar consigo mesmo. Uma igreja em que o povo de Deus é só ela mesma e mais nada.

A igreja bíblica é aquela que AMA. O amor é a essência da verdadeira igreja, pois, ela refletirá o caráter de Deus e terá sempre como alvo a glória de Deus (I João).

Tudo o que há nela, desde as finanças à música e à pregação terá como alvo a glória de Deus.

Promover a glória de Deus é fazer Deus notável e presente. Deus notável e presente é essencialmente a manifestação do seu amor (I Coríntios 10:31).

Esse amor nos une para que o mundo saiba quem é Jesus. O amor é o equilíbrio, é o que permanece, é o vínculo. Quem ama tolera, perdoa, não se ira facilmente, não se inveja, não busca seus próprios interesses, é sincero e transparente (Efésios 4; I Coríntios 13). Gosto do conceito bíblico de igreja da denominação a qual faço parte: “uma parceria divino-humana, compartilhando não apenas o santo amor do seu Fundador (Jesus), mas também as imperfeições da sua humanidade e, por isso mesmo, está sempre necessitada de renovação”, isto, é uma comunidade de pessoas imperfeitas, santificadas e unidas em amor para promover o Amor.

O amor torna a mensagem frutífera e não estéril (João 15). O amor é o principal ingrediente da tão desejada santidade. A igreja que ama é unida, tem tudo em comum, persevera no ensino (bíblica sim), na oração e na comunhão. Deus acrescenta os salvos!

Precisamos crescer no conhecimento sim, mas também precisamos crescer na graça.

Somos salvos pela graça sim, mas recriados à imagem de Cristo para as boas obras.

Métodos sim, mas o amor a Deus e ao próximo em primeiro lugar.

Uma igreja laboriosa, perseverante, que suporta provas por causa do nome de Cristo, que por ser doutrinariamente correta sabe distinguir os falsos pastores, mas abandona o primeiro amor, é completamente irrelevante para aquele que está vestido de vestes talares e cingido, a altura do peito, com uma cinta de ouro, cuja sua cabeça e seus cabelos são brancos como alva lã, como neve, cujos olhos, como chamas de fogo, os pés, semelhantes ao bronze polido, como que refinado numa fornalha e sua voz , como voz de muitas águas.

Ele a remove do seu lugar.

Se sua igreja busca ser cristocêntrica, prioriza uma boa hermenêutica, se esforça pela promoção da unidade, se seus pastores visitam e aconselham, mas você prefere* falar sobre estrutura de igreja, de problemas de igrejas e focar-se mais nos defeitos do que no potencial da igreja tem sido seu assunto preferido, tome cuidado! Prefira unir-se à sua igreja onde você está, ao invés de pensar que ela não tem o que lhe oferecer, gaste tempo em torná-la mais dinâmica para que tenha algo a oferecer. Não espere receber apenas, doe também! É melhor dar do que receber! Deus se doou por nós! Sigamos seu exemplo!

A igreja verdadeira vive o amor segundo Cristo, jamais um mal necessário, mas a evidência de um povo santo (separado) para derramar amor e santidade sobre um mundo de trevas. A igreja é O bem de Cristo, SUA NOIVA. Ele a estabeleceu. Priorizemos a prioridade de Cristo. Sejamos igreja num mundo de pecado! Amemos os marginalizados...amemos como Ele nos amou!

No amor de Cristo,

Rodrigo, Pr.

* O destaque em vermelho atende a sugestão de um amado irmão.