quinta-feira, 16 de julho de 2009
O Cristão e o Sexo - VIRGINDADE? C.S. Lewis
VIRGINDADE? por C.S. Lewis
A castidade é a menos popular das virtudes cristãs. Porém, não existe escapatória. A regra cristã é clara: “Ou o casamento, com fidelidade completa ao cônjuge, ou a abstinência total.” Isso é tão difícil de aceitar, e tão contrário a nossos instintos, que das duas, uma: ou o cristianismo está errado ou o nosso instinto sexual, tal como é hoje em dia, se encontra deturpado. E claro que, sendo cristão, penso que foi o instinto que se deturpou. (…)
Dizem que o sexo se tornou um problema grave porque não se falava sobre o assunto. Nos últimos vinte anos, não foi isso que aconteceu. Todo o dia se fala sobre o assunto, mas ele continua sendo um problema. Se o silêncio fosse a causa do problema, a conversa seria a solução. Mas não foi. Acho que é exatamente o contrário. Acredito que a raça humana só passou a tratar do tema com discrição porque ele já tinha se tornado um problema. Os modernos sempre dizem que “o sexo não é algo de que devemos nos envergonhar”. Com isso, podem estar querendo dizer duas coisas. Uma delas é que “não há nada de errado no fato de a raça humana se reproduzir de um determinado modo, nem no fato de esse modo gerar prazer”. Se é isso o que têm em mente, estão cobertos de razão. O cristianismo diz a mesma coisa. O problema não está nem na coisa em si, nem no prazer. Os velhos pregadores cristãos diziam que, se o homem não tivesse sofrido a queda, o prazer sexual não seria menor do que é hoje, mas maior. Bem sei que alguns cristãos de mente tacanha dizem por aí que o cristianismo julga o sexo, o corpo e o prazer como coisas intrinsecamente más. Mas estão errados. O cristianismo é praticamente a única entre as grandes religiões que aprova por completo o corpo — que acredita que a matéria é uma coisa boa, que o próprio Deus tomou a forma humana e que um novo tipo de corpo nos será dado no Paraíso e será parte essencial da nossa felicidade, beleza e energia. O cristianismo exaltou o casamento mais que qualquer outra religião; e quase todos os grandes poemas de amor foram compostos por cristãos. Se alguém disser que o sexo, em si, é algo mau, o cristianismo refuta essa afirmativa instantaneamente. Mas é claro que, quando as pessoas dizem “o sexo não é algo de que devemos nos envergonhar”, elas podem estar querendo dizer que “o estado em que se encontra nosso instinto sexual não é algo de que devemos sentir vergonha”.
Se é isso que querem dizer, penso que estão erradas. Penso que temos todos os motivos do mundo para sentir vergonha. Não há nada de vergonhoso em apreciar o alimento, mas deveríamos nos cobrir de vergonha se metade das pessoas fizesse do alimento o maior interesse de sua vida e passasse os dias a espiar figuras de pratos, com água na boca e estalando os lábios. Não digo que você ou eu sejamos individualmente responsáveis pela situação atual. Nossos ancestrais nos legaram organismos que, sob este aspecto, são pervertidos; e crescemos cercados de propaganda a favor da libertinagem. Existem pessoas que querem manter o nosso instinto sexual em chamas para lucrar com ele; afinal de contas, não há dúvida de que um homem obcecado é um homem com baixa resistência à publicidade. Deus conhece nossa situação; ele não nos julgará como se não tivéssemos dificuldades a superar. O que realmente importa é a sinceridade e a firma vontade de superá-las.
Para sermos curados, temos de querer ser curados. Todo aquele que pede socorro será atendido; porém, para o homem moderno, até mesmo esse desejo sincero é difícil de ter. E fácil pensar que queremos algo quando na verdade não o queremos. Um cristão famoso, de tempos antigos, disse que, quando era jovem, implorava constantemente pela castidade; anos depois, se deu conta de que, quando seus lábios pronunciavam “ó Senhor, fazei-me casto”, seu cotação acrescentava secretamente as palavras: “Mas, por favor, que não seja agora.” Isso também pode acontecer nas preces em que pedimos outras virtudes; mas há três motivos que tornam especialmente difícil desejar — quanto mais alcançar - a perfeita castidade.
Em primeiro lugar, nossa natureza pervertida, os demônios que nos tentam e a propaganda a favor da luxúria associam-se para nos fazer sentir que os desejos aos quais resistimos são tão “naturais”, “saudáveis” e razoáveis que essa resistência é quase uma perversidade e uma anomalia. Cartaz após cartaz, filme após filme, romance após romance associam a idéia da libertinagem sexual com as idéias de saúde, normalidade, juventude, franqueza e bom humor. Essa associação é uma mentira. Como toda mentira poderosa, é baseada numa verdade - a verdade reconhecida acima de que o sexo (à parte os excessos e as obsessões que cresceram ao seu redor) é em si “normal”, “saudável” etc. A mentira consiste em sugerir que qualquer ato sexual que você se sinta tentado a desempenhar a qualquer momento seja também saudável e normal. Isso é estapafúrdio sob qualquer ponto de vista concebível, mesmo sem levar em conta o cristianismo. A submissão a todos os nossos desejos obviamente leva à impotência, à doença, à inveja, à mentira, à dissimulação, a tudo, enfim, que é contrário à saúde, ao bom humor e à franqueza. Para qualquer tipo de felicidade, mesmo neste mundo, é necessário comedimento. Logo, a afirmação de que qualquer desejo é saudável e razoável só porque é forte não significa coisa alguma. Todo homem são e civilizado deve ter um conjunto de princípios pelos quais rejeita alguns desejos e admite outros. Um homem se baseia em princípios cristãos, outro se baseia em princípios de higiene, e outro, ainda, em princípios sociológicos. O verdadeiro conflito não é o do cristianismo contra a “natureza”, mas dos princípios cristãos contra outros princípios de controle da “natureza”. A “natureza” (no sentido de um desejo natural) terá de ser controlada de um jeito ou de outro, a não ser que queiramos arruinar nossa vida. E bem verdade que os princípios cristãos são mais rígidos que os outros; no entanto, acreditamos que, para obedecer-lhes, você poderá contar com uma ajuda que não terá para obedecer aos outros.
Em segundo lugar, muitas pessoas se sentem desencorajadas de tentar seriamente seguir a castidade cristã porque a consideram impossível (mesmo antes de tentar). (…) Podemos ter certeza de que a castidade perfeita — como a caridade perfeita — não será alcançada pelo mero esforço humano. Você tem de pedir a ajuda de Deus. Mesmo depois de pedir, poderá ter a impressão de que a ajuda não vem, ou vem em dose menor que a necessária. Não se preocupe. Depois de cada fracasso, levante-se e tente de novo. Muitas vezes, a primeira ajuda de Deus não é a própria virtude, mas a força para tentar de novo. Por mais importante que seja a castidade (ou a coragem, a veracidade ou qualquer outra virtude), esse processo de treinamento dos hábitos da alma é ainda mais valioso. Ele cura nossas ilusões a respeito de nós mesmos e nos ensina a confiar
Em terceiro lugar, as pessoas muitas vezes não entendem o que a psicologia quer dizer com “repressão”. Ela nos ensinou que o sexo “reprimido” é perigoso. Nesse caso, porém, “reprimido” é um termo técnico: não significa “suprimido” no sentido de “negado” ou “proibido”. Um desejo ou pensamento reprimido é o que foi jogado para o fundo do subconsciente (em geral na infância) e só pode surgir na mente de forma disfarçada ou irreconhecível. Ao paciente, a sexualidade reprimida não parece nem mesmo ter relação com a sexualidade. Quando um adolescente ou um adulto se empenha em resistir a um desejo consciente, não está lidando com a repressão nem corre o risco de a estar criando. Pelo contrário, os que tentam seriamente ser castos têm mais consciência de sua sexualidade e logo passam a conhecê-la melhor que qualquer outra pessoa. Acabam conhecendo seus desejos como Wellington conhecia Napoleão ou Sherlock Holmes conhecia Moriarty; como um apanhador de ratos conhece ratos ou como um encanador conhece um cano com vazamento. A virtude - mesmo o esforço para alcançá-la — traz a luz; a libertinagem traz apenas brumas.
Para encerrar, apesar de eu ter falado bastante a respeito de sexo, quero deixar tão claro quanto possível que o centro da moralidade cristã não está aí. Se alguém pensa que os cristãos consideram a falta de castidade o vício supremo, essa pessoa está redondamente enganada. Os pecados da carne são maus, mas, dos pecados, são os menos graves. Todos os prazeres mais terríveis são de natureza puramente espiritual: o prazer de provar que o próximo está errado, de tiranizar, de tratar os outros com desdém e superioridade, de estragar o prazer, de difamar. São os prazeres do poder e do ódio. Isso porque existem duas coisas dentro de mim que competem com o ser humano em que devo tentar me tornar. São elas o ser animal e o ser diabólico. O diabólico é o pior dos dois. E por isso que um moralista frio e pretensamente virtuoso que vai regularmente à igreja pode estar bem mais perto do inferno que uma prostituta. É claro, porém, que é melhor não ser nenhum dos dois.
O Cristão e o Sexo - AS CAUSAS DA FORNICAÇÃO - II

a. Curiosidade
Com tantos bombardeios acerca do sexo, a curiosidade é despertada. Com essa curiosidade, a malícia e o desejo.
b. Fantasia descontrolada
Um relatório aponta que 95% dos homens e 50% das mulheres alimentam fantasias sexuais. Essa atividade mental é sexualmente excitante, sexualmente falando. Quando essas fantasias são freqüentes e lascivas, aumentam muito a probabilidade de queda na primeira oportunidade. Só observar as conversas de um modo geral hoje que giram em torno do sexo. A boca fala do que o coração está cheio!
c. A busca por identidade e por auto-estima
Para muitas pessoas inseguras, com problemas de baixa auto-estima e sem objetivo na vida, o sexo acaba sendo inconscientemente uma maneira de se auto-afirmar. O medo de não ser aceito no grupo, a vergonha de ser motivo de piadas ou até mesmo estar fora dos padrões de beleza da sociedade que cultua o corpo hoje, a carência de um casamento frustrado e o “aparente príncipe/princesa encantado(a) leva pessoas a praticar o sexo como fuga ou uma maneira de preencher um vazio. Tanto é que há pessoas que pulam de um relacionamento para outro buscando encontrar uma identidade mais estável.
d. A busca por intimidade e aproximidade
As pessoas idealizam um amor eternamente romântico e se dão ao erro buscando uma maior intimidade baseada numa fantasia de um amor fora da realidade, isto é, buscam o amor sem compreendê-lo na sua essência.
e. Fuga e rebeldia
Para fugir do tédio, da mesmice, aliviar tensões temporariamente e até mesmo confrontar valores familiares e religiosos como uma maneira de rebelar-se contra a autoridade dos pais e da liderança da igreja. Uma verdadeira expressão de raiva e provocação.
f. Pensamento Distorcido
Problemas psicológicos gerados por abusos sexuais e distúrbios emocionais explicam alguma coisa sobre pensamentos distorcidos sobre o sexo.
g. Influência demoníaca
A Bíblia afirma que estamos constantemente numa batalha contra o inimigo das nossas almas. O diabo conhece o ser humano melhor do que o próprio ser humano e sabe como sugestionar para corrompê-lo. Como diz um amigo pernambucano: Ele distorce de tal forma que “pisa na banana e faz a vitamina”, quer dizer, se dermos brecha ele arrebenta conosco e os danos são social, psicológico e principalmente espiritual.
terça-feira, 14 de julho de 2009
O Cristão e o Sexo - AS CAUSAS DA FORNICAÇÃO - I
AS CAUSAS DA FORNICAÇÃO (SEXO
ANTES DO CASAMENTO)
O Dr. Gary Collins, renomado psicólogo cristão autor dos livros “Aconselhamento Cristão” e “Ajudando uns aos outros pelo aconselhamento”, subdivide da seguinte maneira as causas do envolvimento sexual fora do casamento: (os comentários são meus para adaptação ao nosso contexto)
- Estímulos Ambientais – A nossa cultura está saturada de sexo estimulando as pessoas a pensarem mais em sexo e na satisfação sexual sem limites (hedonista).
- Atmosfera Social.
Comentei no culto do dia 12/07 sobre um filme brasileiro que incentiva o incesto homossexual que será lançado este ano onde dois irmãos de sangue crescem e se apaixonam. Segue na íntegra os comentários sobre o filme sem correções:
“não tenho preconceito... axo q vai ser um exelente filme ..”
“eu acho que um filme nao faz uma pessoa hetero virar gay, mas enfim, achei muito lindo. e quero assistir *.*”
“Se fossem irmãos de pais diferentes (irmãos pelo casamento dos pais deles) seria incesto? Acho que incesto é mais "tabu" que "pecado"...”
Essa é a atmosfera social que incentiva a promiscuidade e combate os valores da família e cristão. Evidente que para nós soa como um absurdo, mas nas novelas, em filmes, nas conversas em ambiente de trabalho e o uso excessivo da internet com suas propagandas, tudo estimula o apetite sexual. Como seria vender cerveja através de uma propaganda sem mulher ou sem incitar o sensualismo?
Veja esses dados:
2.5 bilhões de e-mails são enviados e recebidos por dia com conteúdo pornográfico, o que remete a 8% de todos os e-mails do planeta;
De 100% dos usuários da internet 42.7% são freqüentadores de sites pornográficos e conteúdos co-relacionados;
De 100% de downloads efetuados na internet mensalmente 35% são conteúdo pornográfico, o que dá uma média de 1.5 bilhões de downloads.
- Praticidade sexual.
A facilidade para se “comprar” sexo hoje é absurda. Bancas de jornais, prostíbulos, avenidas com prostitutas e anúncios particulares de prostitutas em telefones públicos aos montes. O sexo é acessível.
- Valores Liberais e Educação Imprópria
O Sexo fora do casamento já não mais é um tabu em nossa geração. “Ficar” numa balada sem ter relação sexual no primeiro encontro é para “puritanos do sec XXI” que deixam para ter relação com o parceiro daquela noite depois de 3 ou 4 encontros. Principalmente aos jovens é muito difícil resistir a esses valores liberais.
A frase pós-moderna que tem bombardeado a cabeça das pessoas é: “se é gostoso, faça”. Essa tem sido a ética da maioria.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
O Cristão e o Sexo - SEXO ANTES DO CASAMENTO

Qual é o propósito bíblico do sexo antes do casamento? Nenhum. Não há perspectiva bíblica para sexo antes do casamento, pois, a relação sexual já é um tipo de casamento (compromisso / aliança), portanto, se estiver fora de um compromisso vitalício do amor, então é um “casamento” ruim. Sendo assim, a prostituição é um casamento ilegítimo.
Consideremos a Palavra de Deus:
No Velho Testamento
Para verificar sobre o casamento no Velho Testamento leia Deuteronômio 22:13-30
No Novo Testamento
Encontramos principais referências em Efésios 5:22-33 e I Coríntios 7.
Analisemos o texto que se segue:
Versículo 15 = O meu corpo é membro de Cristo
Versículo 16 = O meu corpo num ato sexual ilícito tornar-se um com a pessoa que me relaciono
Versículo 16 = “...dois numa só carne...”, isto é, união física através da relação sexual.
Versículo 18 = O pecado sexual é contra o corpo de Cristo.
A Bíblia nos orienta a FUGIR da APARENCIA do mal.
Assim, quem mantém relações sexuais antes do casamento está se prostituindo com uma única diferença para um(a) profissional do sexo: não recebe dinheiro e talvez seja com um único parceiro até terminar o relacionamento e começar outro.
No Brasil existe o Novo Código Civil/2002 e assim se lê
Assim sendo, a Palavra de Deus diz: “Sujeitai-vos a toda autoridade humana..” I Pd 2:13
“Não tenho dinheiro para casar”. “Sou pobre ou não quero gastar com casamento.”
“Art. 1.512. O casamento é civil e gratuita a sua celebração. Parágrafo único. A habilitação para o casamento, o registro e a primeira certidão serão isentos de selos, emolumentos e custas, para as pessoas cuja pobreza for declarada, sob as penas da lei.”
“Não pretendo casar, mas pretendo manter relações sexuais”.
sábado, 11 de julho de 2009
O Cristão e o Sexo - SEXO À LUZ DA BÍBLIA

As músicas incitam o sexo, dentre elas a mais recente é o “funk” que associa principalmente no “funk” carioca as mulheres com frutas estimulando a sensualidade e a perversão do sexo.
Como é cada vez mais pregado e incentivado com a propagação de métodos contraceptivos como a camisa, os jovens e adolescentes são bombardeados com valores anti-bíblicos do sexo pré-nupcial.
Na sociedade politicamente correta ensina-se que você deve ter uma vida sexual ativa apenas com o parceiro que você ama verdadeiramente. Entramos então no conflito de conceitos e valores:
1. O que é o amor?
2. O que é ter uma vida sexual ativa politicamente correta?
3. Quais as conseqüências desses princípios e valores deturpados com relação a família?
Vamos entender o que a Bíblia diz sobre o sexo com o auxílio de grandes conhecedores do assunto.
a. A Natureza do Sexo
Deus criou o sexo, portanto, reflete a sua bondade. Sendo assim, derrubamos o ensinamento de que o sexo é do diabo. Então percebemos que:
Deus ordenou a união sexual: “Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra...” (Gn 1:28). Sendo assim, derruba-se a tese de que o diabo é o criador do sexo e que é por ele controlado. O diabo não tem poder de criar nada bom, porém, a ele é dado o título de enganador e pai da mentira, ou seja, ele deturpa e distorce o propósito do sexo.
2. O Sexo é poderoso – Ele é muito poderoso. Seu poder consiste na procriação. Deus disse: “multiplicai-vos....enchei a terra” (Gn 1:28). Através do sexo o homem gera vida, pois, assim quis Deus. Todo ser criado por Deus procria através do sexo.
3. O sexo precisa ser controlado – Uma vez sabendo que o sexo é poderoso e essencialmente bom para o propósito para o qual Deus criou, o sexo precisa ser controlado. Não deixamos crianças brincar com bombas e não é praticado em público, senão, os praticantes podem ser presos por atentado ao pudor. Quando falamos que ele precisa ser controlado, nos referimos à condição em que deve ser praticado. Deus já o direcionou e o estabeleceu para o casamento. No casamento ele terá como propósito a procriação e o prazer e como todo prazer, deve ser controlado. Tornar-se uma só carne na Bíblia (Gn 2:24) confunde-se propositadamente com o sexo e o casamento, pois, o ato sexual é a consumação do estado honroso do casamento e assim, Deus o regula, ou em outras palavras, Deus o controla.
O Cristão e o Sexo - DEFRAUDAÇÃO
Pois esta é a vontade de Deus: a vossa santificação, que vos abstenhais da prostituição; que cada um de vós saiba possuir o próprio corpo em santificação e honra, não com o desejo de lascívia, como os gentios que não conhecem a Deus; e que, nesta matéria, ninguém ofenda ou defraude a seu irmão; porque o Senhor, contra todas estas coisas, como antes vos avisamos e testificamos claramente, é o vingador, porquanto Deus não nos chamou para a impureza, e sim para a santificação.
I Tessalonicenses 4:4-7
Para alcançar essa santidade faz-se necessário saber, ter a habilidade necessária para alcançar o fim desejado, em suma, respeitar a própria vida santificada a Deus.
2. O meu relacionamento físico com minha namora(o)/noiva(o) na frente dos nossos pais e na ausência deles mantém a mesma motivação?
3. Cada vez que estamos juntos, torna-se mais difícil controlar as carícias? Temos que mergulhar mais fundo no pecado para satisfazer nossas necessidades sexuais?
2. Os meus princípios são aplicáveis a qualquer indivíduo cristão, pois, refletem a vontade de Deus?
3. Há base bíblica para o meu princípio?
4. Tenho dificuldade para aceitar regras ou limites?
5. O que Deus pensa sobre isto? O que a Sua Palavra me ensina?
Não vejamos apenas o lado difícil da vida cristã, mas o lado positivo e benéfico que refletirá numa vida abençoada como fruto da obediência a Deus.
Porém, e se nós não nos guardamos? No que implica o sexo fora do casamento?
Antes de falarmos sobre o sexo fora do casamento, tratemos primeiramente do sexo à luz da Bíblia.