sexta-feira, 24 de julho de 2009

APROXIME-SE!!!


APROXIME-SE

Existe fora do meio protestante inúmeras pessoas que pensam que para ter uma vida com Deus, seja necessário abandonar tudo para depois se tornar cristão e, por incrível que pareça, há muitos crentes nas igrejas que não conseguem ter um relacionamento com Deus por dizerem não ter forças para abandonar primeiro as coisas erradas.
Surge uma questão muito peculiar nessas mentes:
Abandonar o pecado primeiro para achegar-se a Deus ou achegar-se a Deus para que o pecado não tenha vez na nossa vida?
John Wesley escreveu em um dos seus sermões o seguinte:

“Tu, quem quer que sejas, que tens o desejo de ser perdoado e restaurado no favor de Deus, não digas em seu coração: “Devo fazer primeiro isto; devo primeiro dominar todo o pecado, devo eliminar toda palavra e obra má e fazer todo o bem a todos os homens; ou, devo ir primeiro à igreja, receber a ceia do Senhor, ouvir mais sermões e fazer mais orações”. Ai, meu irmão! Tu estás perfeitamente transviado da justa vereda! Tu és ainda “ignorante da justiça de Deus” e estás “procurando estabelecer tua própria justiça” como base da reconciliação [...] Nem digas em teu coração: “não posso ainda ser aceito, porque não sou ainda bastante bom”. Quem já houve que fosse bastante bom para merecer aceitação por parte de Deus? [...] Nem digas ainda: “devo fazer alguma coisa mais antes de ir a Cristo” [...] E para que fim quererias tu esperar por maior sinceridade, antes que teus pecados sejam apagados? [...] Se houver qualquer coisa boa em sinceridade, por que esperas antes que tenha fé – sendo esta única raiz de tudo que realmente é bom e santo?”

Veja meu querido, nós não podemos fazer nada por nós mesmos para vencer o pecado. Fazê-lo é tentar subir o segundo andar de uma casa sem as escadas, ou seja, impossível.
A verdade é: “Achegai-vos pois a Deus, e Ele se achegará a vós outros”. A medida que nos aproximamos de Deus com o coração contrito e sincero, dispostos a ter um relacionamento com Ele, ao nos expormos à sua presença, inevitavelmente o pecado perde forças sobre nós. Isto é uma obra de fé na cruz de Cristo.
Não são campanhas, votos, supostas quebras de maldições, orações fortes, sal grosso, o pastor “Fulano” ou a igreja “X” que te dará a vitória, mas a sua fé em Cristo e no poder do sangue remidor de Cristo que te dará a vitória, pois, você irá se expor à presença de Deus. A sua fé em Cristo combinado com o seu coração contrito na Presença de Deus, transformará sua vida.

Aproxime-se com sinceridade de coração à presença do Senhor, e Ele trará a libertação, a salvação e novidade de vida para a sua alma. Exponha-se à presença de Deus.

Em Cristo,

Pr. Rodrigo

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Pela Fé

Mensagens e Reflexões: "Então Precisa Ter Fé"

Então precisa ter fé!


Estava explicando para um amigo por esses dias acerca do propósito de Deus em toda a Bíblia até chegar a Jesus. O propósito da expiação de animais, as comparações entre Moisés e Jesus e todo o trabalhar de Deus na história relatada na Bíblia até chegar na cruz.

A busca por uma espiritualidade revela a necessidade que as pessoas tem de um contato com algo superior a elas, algo transcendente. A grande dificuldade de falar de Jesus para as pessoas levadas pelas suas obrigações do nosso cotidiano de cidade metrópole tem sido a imanência, ou seja, compreender que o nosso Deus está presente agindo em sua criação. Cada vez mais as pessoas querem ter consciência de um ser transcendente, mas cada vez menos elas querem comprometer-se com esse ser transcendente.

Ao fim de toda explanação da história bíblica até Jesus, a pessoa dizer para mim: “então precisa ter fé”. Foi algo tão espontâneo e natural que saiu da boca dele como uma “revelação” que até eu mesmo me espantei com o que ele disse. Mas, é essa mesmo a conclusão que Deus quer que cheguemos: “E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, como o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, aquele que tu enviaste.” (Jo 17:3)

Ainda me perguntaram numa aula de batismo e recepção de novos membros recentemente: Por que é necessário confessar a Jesus Cristo como Senhor? A própria Palavra de Deus responde na pessoa do apóstolo Paulo: “Porque, se com a tua boca confessares a Jesus como Senhor, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, será salvo. pois é com o coração que se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação.” (Rm 10:8-9)

Então precisa ter fé sim, justificado, pois, pela fé, tenhamos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo. (RM 5:1)

Porém essa fé não é simplesmente a fé natural, porém a fé salvífica que vem de Deus aos nossos corações como fruto da aceitação da mensagem, como o próprio apóstolo Paulo escreveu inspirado pelo Espírito Santo: “logo a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Cristo” (Rm 10:17), obra esta do próprio Espírito Santo que convence o homem do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16:8) que já atuava nos corações endurecidos antes da resposta humana, essa pré-conversão chamada de graça preveniente. Porém, como esse meu nobre amigo disse: “então precisa ter fé”, ou seja, precisa crer e confessar.

Não deixe de falar do amor de Deus, pois, em algum momento e em algum instante qualquer uma dessas pessoas que você tanto semeia a Palavra de Deus poderá atender ao chamado do amor de Deus que já tem operado em uma ação pré-conversão (graça preveniente) e esta pessoa sentirá o amor de Deus invadindo o seu coração, a única coisa que ela precisa é crer, ou seja, ter a fé que vem de Deus por meio de sua Palavra.


Pr. Rodrigo

quinta-feira, 16 de julho de 2009

História de John Wesley (em espanhol)

História de John Wesley (em espanhol)


O Cristão e o Sexo - VIRGINDADE? C.S. Lewis

VIRGINDADE? por C.S. Lewis

A castidade é a menos popular das virtudes cristãs. Porém, não existe escapatória. A regra cristã é clara: “Ou o casamento, com fidelidade completa ao cônjuge, ou a abstinência total.” Isso é tão difícil de aceitar, e tão contrário a nossos instintos, que das duas, uma: ou o cristianismo está errado ou o nosso instinto sexual, tal como é hoje em dia, se encontra deturpado. E claro que, sendo cristão, penso que foi o instinto que se deturpou. (…)

Dizem que o sexo se tornou um problema grave porque não se falava sobre o assunto. Nos últimos vinte anos, não foi isso que aconteceu. Todo o dia se fala sobre o assunto, mas ele continua sendo um problema. Se o silêncio fosse a causa do problema, a conversa seria a solução. Mas não foi. Acho que é exatamente o contrário. Acredito que a raça humana só passou a tratar do tema com discrição porque ele já tinha se tornado um problema. Os modernos sempre dizem que “o sexo não é algo de que devemos nos envergonhar”. Com isso, podem estar querendo dizer duas coisas. Uma delas é que “não há nada de errado no fato de a raça humana se reproduzir de um determinado modo, nem no fato de esse modo gerar prazer”. Se é isso o que têm em mente, estão cobertos de razão. O cristianismo diz a mesma coisa. O problema não está nem na coisa em si, nem no prazer. Os velhos pregadores cristãos diziam que, se o homem não tivesse sofrido a queda, o prazer sexual não seria menor do que é hoje, mas maior. Bem sei que alguns cristãos de mente tacanha dizem por aí que o cristianismo julga o sexo, o corpo e o prazer como coisas intrinsecamente más. Mas estão errados. O cristianismo é praticamente a única entre as grandes religiões que aprova por completo o corpo — que acredita que a matéria é uma coisa boa, que o próprio Deus tomou a forma humana e que um novo tipo de corpo nos será dado no Paraíso e será parte essencial da nossa felicidade, beleza e energia. O cristianismo exaltou o casamento mais que qualquer outra religião; e quase todos os grandes poemas de amor foram compostos por cristãos. Se alguém disser que o sexo, em si, é algo mau, o cristianismo refuta essa afirmativa instantaneamente. Mas é claro que, quando as pessoas dizem “o sexo não é algo de que devemos nos envergonhar”, elas podem estar querendo dizer que “o estado em que se encontra nosso instinto sexual não é algo de que devemos sentir vergonha”.

Se é isso que querem dizer, penso que estão erradas. Penso que temos todos os motivos do mundo para sentir vergonha. Não há nada de vergonhoso em apreciar o alimento, mas deveríamos nos cobrir de vergonha se metade das pessoas fizesse do alimento o maior interesse de sua vida e passasse os dias a espiar figuras de pratos, com água na boca e estalando os lábios. Não digo que você ou eu sejamos individualmente responsáveis pela situação atual. Nossos ancestrais nos legaram organismos que, sob este aspecto, são pervertidos; e crescemos cercados de propaganda a favor da libertinagem. Existem pessoas que querem manter o nosso instinto sexual em chamas para lucrar com ele; afinal de contas, não há dúvida de que um homem obcecado é um homem com baixa resistência à publicidade. Deus conhece nossa situação; ele não nos julgará como se não tivéssemos dificuldades a superar. O que realmente importa é a sinceridade e a firma vontade de superá-las.

Para sermos curados, temos de querer ser curados. Todo aquele que pede socorro será atendido; porém, para o homem moderno, até mesmo esse desejo sincero é difícil de ter. E fácil pensar que queremos algo quando na verdade não o queremos. Um cristão famoso, de tempos antigos, disse que, quando era jovem, implorava constantemente pela castidade; anos depois, se deu conta de que, quando seus lábios pronunciavam “ó Senhor, fazei-me casto”, seu cotação acrescentava secretamente as palavras: “Mas, por favor, que não seja agora.” Isso também pode acontecer nas preces em que pedimos outras virtudes; mas há três motivos que tornam especialmente difícil desejar — quanto mais alcançar - a perfeita castidade.

Em primeiro lugar, nossa natureza pervertida, os demônios que nos tentam e a propaganda a favor da luxúria associam-se para nos fazer sentir que os desejos aos quais resistimos são tão “naturais”, “saudáveis” e razoáveis que essa resistência é quase uma perversidade e uma anomalia. Cartaz após cartaz, filme após filme, romance após romance associam a idéia da libertinagem sexual com as idéias de saúde, normalidade, juventude, franqueza e bom humor. Essa associação é uma mentira. Como toda mentira poderosa, é baseada numa verdade - a verdade reconhecida acima de que o sexo (à parte os excessos e as obsessões que cresceram ao seu redor) é em si “normal”, “saudável” etc. A mentira consiste em sugerir que qualquer ato sexual que você se sinta tentado a desempenhar a qualquer momento seja também saudável e normal. Isso é estapafúrdio sob qualquer ponto de vista concebível, mesmo sem levar em conta o cristianismo. A submissão a todos os nossos desejos obviamente leva à impotência, à doença, à inveja, à mentira, à dissimulação, a tudo, enfim, que é contrário à saúde, ao bom humor e à franqueza. Para qualquer tipo de felicidade, mesmo neste mundo, é necessário comedimento. Logo, a afirmação de que qualquer desejo é saudável e razoável só porque é forte não significa coisa alguma. Todo homem são e civilizado deve ter um conjunto de princípios pelos quais rejeita alguns desejos e admite outros. Um homem se baseia em princípios cristãos, outro se baseia em princípios de higiene, e outro, ainda, em princípios sociológicos. O verdadeiro conflito não é o do cristianismo contra a “natureza”, mas dos princípios cristãos contra outros princípios de controle da “natureza”. A “natureza” (no sentido de um desejo natural) terá de ser controlada de um jeito ou de outro, a não ser que queiramos arruinar nossa vida. E bem verdade que os princípios cristãos são mais rígidos que os outros; no entanto, acreditamos que, para obedecer-lhes, você poderá contar com uma ajuda que não terá para obedecer aos outros.

Em segundo lugar, muitas pessoas se sentem desencorajadas de tentar seriamente seguir a castidade cristã porque a consideram impossível (mesmo antes de tentar). (…) Podemos ter certeza de que a castidade perfeita — como a caridade perfeita — não será alcançada pelo mero esforço humano. Você tem de pedir a ajuda de Deus. Mesmo depois de pedir, poderá ter a impressão de que a ajuda não vem, ou vem em dose menor que a necessária. Não se preocupe. Depois de cada fracasso, levante-se e tente de novo. Muitas vezes, a primeira ajuda de Deus não é a própria virtude, mas a força para tentar de novo. Por mais importante que seja a castidade (ou a coragem, a veracidade ou qualquer outra virtude), esse processo de treinamento dos hábitos da alma é ainda mais valioso. Ele cura nossas ilusões a respeito de nós mesmos e nos ensina a confiar em Deus. Aprendemos, por um lado, que não podemos confiar em nós mesmos nem em nossos melhores momentos; e, por outro, que não devemos nos desesperar nem mesmo nos piores, pois nossos fracassos são perdoados. A única atitude fatal é se dar por satisfeito com qualquer coisa que não a perfeição.

Em terceiro lugar, as pessoas muitas vezes não entendem o que a psicologia quer dizer com “repressão”. Ela nos ensinou que o sexo “reprimido” é perigoso. Nesse caso, porém, “reprimido” é um termo técnico: não significa “suprimido” no sentido de “negado” ou “proibido”. Um desejo ou pensamento reprimido é o que foi jogado para o fundo do subconsciente (em geral na infância) e só pode surgir na mente de forma disfarçada ou irreconhecível. Ao paciente, a sexualidade reprimida não parece nem mesmo ter relação com a sexualidade. Quando um adolescente ou um adulto se empenha em resistir a um desejo consciente, não está lidando com a repressão nem corre o risco de a estar criando. Pelo contrário, os que tentam seriamente ser castos têm mais consciência de sua sexualidade e logo passam a conhecê-la melhor que qualquer outra pessoa. Acabam conhecendo seus desejos como Wellington conhecia Napoleão ou Sherlock Holmes conhecia Moriarty; como um apanhador de ratos conhece ratos ou como um encanador conhece um cano com vazamento. A virtude - mesmo o esforço para alcançá-la — traz a luz; a libertinagem traz apenas brumas.

Para encerrar, apesar de eu ter falado bastante a respeito de sexo, quero deixar tão claro quanto possível que o centro da moralidade cristã não está aí. Se alguém pensa que os cristãos consideram a falta de castidade o vício supremo, essa pessoa está redondamente enganada. Os pecados da carne são maus, mas, dos pecados, são os menos graves. Todos os prazeres mais terríveis são de natureza puramente espiritual: o prazer de provar que o próximo está errado, de tiranizar, de tratar os outros com desdém e superioridade, de estragar o prazer, de difamar. São os prazeres do poder e do ódio. Isso porque existem duas coisas dentro de mim que competem com o ser humano em que devo tentar me tornar. São elas o ser animal e o ser diabólico. O diabólico é o pior dos dois. E por isso que um moralista frio e pretensamente virtuoso que vai regularmente à igreja pode estar bem mais perto do inferno que uma prostituta. É claro, porém, que é melhor não ser nenhum dos dois.

O Cristão e o Sexo - AS CAUSAS DA FORNICAÇÃO - II


AS CAUSAS DA FORNICAÇÃO II (SEXO ANTES DO CASAMENTO)

2. Estímulos pela Pressão Interna – O ambiente que nos cerca torna difícil resistir a pressão externa, mas o maior problema está dentro de cada pessoa. Jesus mesmo disse isso: “O que contamina o homem não é o que entra...porque do coração procedem os maus desígnios, homicídios, adultérios, prostituição.”

a. Curiosidade

Com tantos bombardeios acerca do sexo, a curiosidade é despertada. Com essa curiosidade, a malícia e o desejo.

b. Fantasia descontrolada

Um relatório aponta que 95% dos homens e 50% das mulheres alimentam fantasias sexuais. Essa atividade mental é sexualmente excitante, sexualmente falando. Quando essas fantasias são freqüentes e lascivas, aumentam muito a probabilidade de queda na primeira oportunidade. Só observar as conversas de um modo geral hoje que giram em torno do sexo. A boca fala do que o coração está cheio!

c. A busca por identidade e por auto-estima

Para muitas pessoas inseguras, com problemas de baixa auto-estima e sem objetivo na vida, o sexo acaba sendo inconscientemente uma maneira de se auto-afirmar. O medo de não ser aceito no grupo, a vergonha de ser motivo de piadas ou até mesmo estar fora dos padrões de beleza da sociedade que cultua o corpo hoje, a carência de um casamento frustrado e o “aparente príncipe/princesa encantado(a) leva pessoas a praticar o sexo como fuga ou uma maneira de preencher um vazio. Tanto é que há pessoas que pulam de um relacionamento para outro buscando encontrar uma identidade mais estável.

d. A busca por intimidade e aproximidade

As pessoas idealizam um amor eternamente romântico e se dão ao erro buscando uma maior intimidade baseada numa fantasia de um amor fora da realidade, isto é, buscam o amor sem compreendê-lo na sua essência.

e. Fuga e rebeldia

Para fugir do tédio, da mesmice, aliviar tensões temporariamente e até mesmo confrontar valores familiares e religiosos como uma maneira de rebelar-se contra a autoridade dos pais e da liderança da igreja. Uma verdadeira expressão de raiva e provocação.

f. Pensamento Distorcido

Problemas psicológicos gerados por abusos sexuais e distúrbios emocionais explicam alguma coisa sobre pensamentos distorcidos sobre o sexo.
g. Influência demoníaca

A Bíblia afirma que estamos constantemente numa batalha contra o inimigo das nossas almas. O diabo conhece o ser humano melhor do que o próprio ser humano e sabe como sugestionar para corrompê-lo. Como diz um amigo pernambucano: Ele distorce de tal forma que “pisa na banana e faz a vitamina”, quer dizer, se dermos brecha ele arrebenta conosco e os danos são social, psicológico e principalmente espiritual.